Espertos

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Um tempo desvairado

O relógio do meu peito
parou às três da manhã
há um escuro de unhas afiadas e
barbas longas

um céu negro entre os pelos
não, não há estrelas
o que seus olhos veem
é minha alma pálida escapando
pelos furos dos punhais
de um tempo desvairado.

Um comentário:

  1. ahhh...postei no face. mas vale à pena reforçar que está lindo isso!
    o tempo que desvai...talvez. *)

    beijando-te

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