Espertos

terça-feira, 31 de maio de 2011

As mãos do meu pai

Esses dias pensei nas mãos do meu pai. Quando ele dormia, eu podia enfim observá-las, ali sobre ele como dois pássaros abatidos. Algumas lembranças me chegam como folhas caindo, mas essas vieram como um tiro na fronte.

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