Caminhávamos,
eu e Aniah, a suiça, pelas areias de Marseille. Enquanto eu fumava,
Aniah, linda como uma borboleta em seu primeiro voo, me apontava as
verdes e fosforescentes luzes das varas de pesca dos velhos
homens a margem dos seus sonhos não realizados. Aniah me beijava e
mordiscava promessas enquanto tudo o que eu pensava e queria era um sim
verde e amarelo e, que até hj é cinza.
(Reynaldo Bessa)
(Reynaldo Bessa)
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